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Qual o custo da manutenção predial?

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Após a entrega do imóvel aos proprietários, inicia a fase do uso. Nesta etapa, problemas começam a aparecer. Os motivos estão relacionados, além de eventuais problemas construtivos de responsabilidade da construtora, ao desgaste natural, uso inadequado do sistema ou de peças ou, até mesmo, por vandalismo. Desse modo, os serviços de manutenção passam a ser necessários para repor as condições originais ou, pelo menos, adequadas de uso. E é sabido que, quanto mais antiga a edificação, menor o seu desempenho. Porém, se aplicadas as devidas manutenções durante o período de utilização, este desempenho pode melhorar, prolongando a vida útil.

 

Mas qual o custo da manutenção? Como colocá-lo no planejamento sem gerar as temidas chamadas extras? A resposta está na manutenção preventiva. Se as orientações dos manuais foram seguidas, se houver um planejamento eficiente (desenvolvido especificamente para as instalações do prédio) e se, somado a tudo isso, houver também um acompanhamento técnico feito por profissionais habilitados, é possível aplicar as manutenções necessárias para manter a integridade do bem e sua funcionalidade. Assim, o serviço não irá onerar as despesas dos proprietários e/ou usuários para além do já aplicado no condomínio.

 

Nos dias de hoje, nos quais os custos estão cada vez mais altos, é inadmissível não planejar a manutenção nos condomínios. Há casos em que as edificações já apresentam tamanha degradação que se faz necessária a execução de reformas e recuperações mais agressivas, cujos custos são sensivelmente mais elevados do que valores que poderiam ter sido investidos gradativamente nas manutenções ao longo do tempo se tivessem sido planejadas.

 

De acordo Pini (2011), “a Guarda Costeira dos Estados Unidos, reconhecida como a maior proprietária de imóveis do mundo, graças à aplicação de Planos Anuais de Manutenção Predial, alcança economias na ordem de 30% em comparação com obras póstumas de recuperação”.

 

Além do gasto direto, há um custo indireto ao patrimônio. Afinal, um imóvel degradado por falta de manutenção perde seu valor de mercado. Vale lembrar que, se comprarmos um carro e não dermos as devidas manutenções nos prazos estipulados pelos fabricantes, o veículo passa a não ter a mesma eficiência, e os proprietários ainda perdem suas garantias por não terem feitos as revisões nos locais autorizados. Se com os veículos este conceito é aplicado, por que com os imóveis deveria ser diferente?

    

Então, respondendo à pergunta do título, pesquisas apontam que o custo anual médio que deveria ser previsto para as manutenções varia entre 0,7% e 3,4% do custo de reposição do edifício (o valor do mesmo prédio construído).

 

Artigo de autoria de Maria Paula Azevedo e Alfredo Kuhn Pfeifer, sócios da Verum Engenharia Diagnóstica.

 

 

 

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