Please reload

Posts Recentes

O vizinho não quer consertar o vazamento, e agora?

August 7, 2018

1/10
Please reload

Posts Em Destaque

Combate ao Aedes: confira os cuidados básicos para sua residência

January 25, 2018

Altas temperaturas e mudanças nas condições de tempo, com chuvas rápidas, marcam o verão e trazem condições ideais para a proliferação do Aedes aegypti. E a situação é de alerta máximo, pois o mosquito-da-dengue, como é popularmente identificado, representa um dos mais graves problemas de Saúde Pública do Brasil na atualidade.

 

Conforme o governo federal, números de infestação predial do mosquito Aedes aegypti superiores a 3,9% revelam perigo de epidemia de dengue, por exemplo. E maiores do que 4% o risco de surto de doenças relacionadas ao mosquito. Ou seja, uma alta densidade populacional é o fator que se soma às variáveis climáticas como a temperatura ambiente.

 

O Ministério da Saúde traça o painel das cidades brasileiras com base nos dados do Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa). “A medida serve para estimular os gestores locais a reforçar as ações de prevenção e controle ao mosquito transmissor”, ressalta a coordenadora da Vigilância Ambiental em Saúde, vinculada à Secretaria Municipal de Saúde (SMS), a médica veterinária Julyana Sthéfanie Simões Matos. “O LIRAa identifica melhor os locais problemáticos, de criadouros predominantes e infestação, e direciona de forma mais adequada as ações para áreas mais críticas, mas o fundamental mesmo é a conscientização das comunidades.”

 

Ela sublinha que a população deve ficar sempre atenta. “O mosquito pode pôr ovos em uma tampinha de garrafa pet que ficou esquecida no pátio e acabou acumulando água”, exemplifica. “Ralos e calhas, assim como pneus, também merecem atenção redobrada.”

 

Novo Hamburgo em sinal de alerta máximo

 

De acordo com o último LIRAa, realizado em novembro de 2017, Novo Hamburgo apresenta um índice de infestação predial de 4,1. Conforme esses parâmetros utilizados pelo Ministério da Saúde, o valor indica um alto risco de surto de doenças do Aedes aegypti, já que está acima de 4.

 

De acordo com o coordenador do Convênio de Combate e Prevenção à Dengue em Novo Hamburgo, o biólogo Paulo Henrique Schneider, da Feevale, o atípico inverno do ano passado entra na conta da infestação de insetos. “A ausência de períodos com baixas temperaturas, porque o frio proporcionaria reduções das populações de mosquitos, é um fator a ser considerado quando se observa aumento de riscos”, observa.

 

O biólogo Schneider frisa que os cidadãos exercem um papel fundamental para baixar os índices de infestação pelo Aedes aegypti. “Os agentes desenvolvem um trabalho de cunho educativo, mas é impossível que vistoriem todos os imóveis da cidade”, analisa. “Como o ciclo biológico do mosquito se dá em sete dias não há possibilidade dos agentes, sozinhos, vencerem essa guerra.

 

Confira algumas medidas básicas que a população precisa adotar
  • – Se a residência tiver piscina, que fique coberta, mas de maneira firme e segura, para que a capa não saia do lugar com o vento e nem acumule água. Também podem ser utilizadas telas específicas para piscinas, encontradas no comércio, com a finalidade de evitar a proliferação de mosquitos

  • – Manter as piscinas sempre limpas, independentemente do uso de capas e/ou telas

  • – Em potes usados para uso de animais de estimação, a limpeza deve ser feita com água e sabão e/ou água e detergente. Esfregue com esponja ou escova no fundo e nas laterais dos recipientes, enxaguando bem após a higienização

  • – A limpeza e troca de água dos bichos de estimação deve ser feita diariamente, tanto pela prevenção de focos de Aedes aegypti quanto pelo bem-estar animal

  • – Colocar areia ou terra nos pratinhos dos vasos de plantas ou retirá-los para uma área coberta onde não acumule água

  • – Telar os ralos externos das construções, pois o mosquito pode se proliferar nessa água que fica parada

  • – As calhas devem estar sempre limpas para se evitar que entupam e acumulem água

  • – A caixa d´água tem de ficar sempre fechada e, se possível, com a tampa amarrada

  • – Mantenha garrafas emborcadas para baixo, mas o melhor é que não fiquem expostas

Fonte: Vigilância Ambiental em Saúde de Novo Hamburgo

 

 

 

Share on Facebook
Share on Twitter
Please reload

Siga