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Bicicletário, uma mão na roda

June 5, 2018

Um espaço adequado para guardar a bicicleta é uma reivindicação frequente em condomínios

 

A bicicleta se tornou uma alternativa de meio de transporte comum nas cidades. Mas, assim como o carro ou a moto, ela precisa de um local adequado para ser guardada. Em São Paulo, os condomínios novos ou reformados são obrigados a contar com um bicicletário. Há normas como um espaço mínimo para o acondicionamento de 1,8 metro de extensão e altura acima de dois metros. Em outras cidades, ainda não há uma legislação específica para essa questão, o que costuma gerar atritos entre condôminos.

 

De acordo com o advogado Hamilton Quirino, especialista em direito imobiliário, o que vale é o regulamento interno de cada condomínio. “Não havendo área própria, nem convenção ou regulamento disciplinando a guarda de bicicletas, a administração pode sim proibir que elas sejam colocadas na garagem, áreas de lazer ou corredores. Além disso, neste caso a administração não pode ser responsabilizada em caso de furto”, explica o advogado.

 

É preciso ter o controle de quem ocupa cada vaga

 

O bicicletário é um espaço que valoriza o condomínio e facilita a vida dos moradores. Mas é preciso manter um controle sobre quem o utiliza efetivamente para evitar problemas como o ocorrido no Edificio Lucca Della Robbia, no Rio de Janeiro. Ao perceber que havia muitas bicicletas abandonadas no bicicletário, a síndica, Vitória Ferreira, iniciou um recadastramento. “Colocamos avisos nos quadros e durante 60 dias cada morador recebeu um adesivo com a sua identificação para ser colocado na bicicleta. Após esse período, as que não foram identificadas foram transferidas para um local fechado”, explica.

 

Modelos variam de acordo com espaço e usuários

 

Ao decidir instalar um bicicletário no condomínio, logo surge uma questão: qual o modelo escolher? O mercado dispõe de diversos tipos de suporte. Cada um destinado a um espaço específico.

 

De acordo com Adriano Mota, proprietário da Orion Bike – empresa especializada em bicicletários – os modelos mais comuns para condomínios são os de ganchos, que ocupam menos espaços. “Nesse modelo, em dois metros cabem dez bikes. Cada gancho também tem uma argola para passar um cadeado”, afirma Mota.

 

Outro tipo popular é o de chão. Ele ocupa mais espaço que o gancho, mas é mais fácil para estacionar, principalmente para crianças e idosos. Em cada 1,5 metros, cabem cinco bicicletas”.

 

Os bicicletários são fabricados geralmente em aço carbono. Em áreas litorâneas, é recomendável fazer a galvanização”, explica o empresário, ressaltando que a instalação pode ser feita em um dia.

 

Fonte: revistasindico.com.br

 

 

 

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