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Cuidado com o prazo de garantia do seu prédio e com o uso incompatível

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Depois do dia agitado de trabalho, a moradora chega em casa e quer tomar um banho. Ela liga o registro, entra no box e relaxa sob a água quente. De repente, um cheiro forte vem do ralo. Pelos furos da tubulação, uma água escura começa a jorrar, tomando conta do piso branco. Logo, pedaços de fezes sobem pelo encanamento, se misturando à água que cai do chuveiro.

 

Esta é uma história real e recente. Um drama vivido por esta moradora e por diversos outros num condomínio que apresenta problemas há quatro anos. Infiltrações, vazamentos, rachaduras, escoamento de esgoto, cheiro insuportável, falhas elétricas. É com esse tipo de situação que boa parte dos moradores do condomínio convive diariamente. De acordo com o síndico do complexo, dos mais de 500 apartamentos que compõem o residencial, cerca de 300 já apresentaram falhas estruturais. Várias delas, bastante graves. “Os problemas começaram logo depois da entrega do condomínio, quando os primeiros moradores reclamavam do forte cheiro de esgoto que voltava pelos ralos. Depois disso, começaram as infiltrações e problemas entre vizinhos por conta do mau isolamento das tubulações. Era cair água no ralo de cima pra inflar o teto de baixo”, revela o síndico.

 

Problemas estruturais também começaram a surgir nas áreas comuns do condomínio. Na quadra esportiva, chão rachado. Na piscina, pastilhas soltando. Nos halls de entrada, tetos rachados, desníveis no piso e alagamentos frequentes. No ático de uma das torres, o mau isolamento entre os andares provoca transtornos nos dias de chuva, inundando os apartamentos abaixo. Além de tudo isso, elevadores parados por conta de infiltrações e vazamentos obrigam moradores a utilizar as escadas e, quando funcionam, apresentam risco de choque elétrico ou de travamento entre andares.

 

Discussão com a construtora

 

Depois de centenas de reclamações registradas e quase R$ 200 mil desembolsados pelo próprio condomínio, o síndico do residencial buscou assessoria jurídica para intermediar a comunicação com a empresa. Ainda não existe processo formal aberto contra a construtora. Porém, oito notificações já foram formalizadas extrajudicialmente. Conforme explanou o advogado do condomínio, a incorporadora tem respondido de acordo com duas linhas de defesa. A primeira atribui as ocorrências ao mau uso das instalações por parte dos condôminos; e a segunda, alega a expiração do período de cinco anos de garantia, no qual a construtora arcaria com os custos dos reparos relatados. Conforme explicou o advogado, a decisão final a respeito da abertura do processo deverá ser feita em assembleia em breve.

 

Fonte: www.tribunapr.com.br

 

 

 

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