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Válvula redutora de pressão demanda atenção

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A válvula redutora de pressão é o subsistema formado por componentes com a finalidade de regular a pressão de saída da água para setores coletivos da rede de distribuição predial de água fria e/ou quente.

Ela visa regular a pressão da rede de modo a não haver danos nos ramais pela excessiva pressão da água.

 

O componente reduz a pressão da água em determinado trecho do sistema predial de água fria e/ou quente, mantendo razoavelmente constante a pressão dinâmica à jusante para uma faixa operacional de vazões, impedindo a transmissão da pressão estática de montante para jusante sob ausência de escoamento.

 

Já as válvulas redutoras de pressão auto operadas são componentes redutores de pressão cuja regulagem do valor da pressão dinâmica à jusante é feita mecanicamente por meio de parafuso de ajuste ou manopla atuando por compressão sobre mola, eixo e diafragma retrátil internamente ao seu corpo.

 

Também há a válvula redutora de pressão piloto-operada, que é componente redutor de pressão cuja regulagem do valor da pressão dinâmica à jusante é feita hidraulicamente por meio de um piloto externo.

 

Aplicação do sistema

 

Em edifícios altos, é importante a gestão da pressão, a qual é definida em projeto para que o sistema mantenha um perfeito desempenho e vida útil.

 

Segundo a normalização vigente, a pressão estática não deve ultrapassar um determinado valor, 40 m.c.a. (metro de coluna de água) ou 4 kgf.

 

Nos edifícios que são abastecidos de água a partir de um reservatório superior, a pressão na tubulação de água em decorrência da gravidade é maior nos andares inferiores e, dependendo da altura da mesma, se não for controlada, poderá ultrapassar o limite e ocasionar danos da própria tubulação da prumada, ramais adjacentes e equipamentos.

 

Atenção no uso e regulagem da válvula redutora

 

Para evitar esses problemas, são instaladas válvulas redutoras de pressão nas redes hidráulicas. Esses equipamentos ajustam a pressão da água para que ela não ultrapasse 40 m.c.a. (metros de coluna de água).

 

Atualmente, existem diferentes tipos de válvulas e modelos de aplicação, as quais podem, por exemplo, ser instaladas nos pavimentos em áreas técnicas acessíveis, como o hall de serviços, no térreo ou subsolo do edifício.

 

Esclarecemos que este sistema somente poderá ser analisado, alterado ou ajustado com acompanhamento de um profissional habilitado, o qual deverá emitir responsabilidade técnica sobre suas proposições e ajustes, e, em hipótese alguma, deverá ser alterado em suas regulagens por leigos ou encanadores, sem formação especifica, sob o risco de enormes danos ao edifício.

 

Pode ser necessário instalar válvulas redutoras de pressão em estações ou centrais redutoras de pressão coletivas, com a finalidade de atenderem a múltiplas unidades condominiais. Estas devem ser sempre instaladas como duas válvulas em paralelo, servindo uma de reserva da outra em caso de retirada para manutenção, visando prover continuidade de abastecimento aos pontos de utilização.

 

Problemas que ocorrem na ausência ou na ineficiência das Válvulas Redutoras de Pressão:

  • Ruptura de tubulação, conexões e flexíveis;

  • Ruídos na tubulação;

  • Golpe de aríete;

  • Desconforto no banho;

  • Excessivo consumo de água;

  • Panes em equipamentos ligados a rede hidráulica.

 

Verificações periódicas

 

O funcionamento adequado da válvula redutora de pressão deve ser verificado periodicamente, de preferência por meio da leitura de um manômetro aferido instalado à jusante. Qualquer irregularidade deve ser imediatamente corrigida.

 

Além disto, válvulas redutoras instaladas em centrais redutoras de pressão atendendo a múltiplas unidades condominiais deverão ter manutenção preventiva periódica, com verificação visual do estado de corrosão das partes metálicas internas, estado das molas, vedações e diafragmas ou dispositivos de igual finalidade.

 

Somente um profissional habilitado poderá indicar alterações ou ajustes, após análise da implicação no sistema. Portanto, este sistema jamais deverá ter ajustes realizados por funcionários ou moradores, pois poderá haver grande implicação em toda rede do edifício em função do manuseio incorreto.

 

Este sistema deverá fazer parte do plano de manutenção de seu edifício, com verificações e pareceres técnicos periódicos quanto ao seu estado de funcionamento.

 

Fonte: www.condominioemordem.com.br

 

 

 

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