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Explosão em apartamento e o uso inadequado de produto para impermeabilização

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O manuseio inadequado do produto líquido inflamável usado na impermeabilização do sofá do apartamento, em Curitiba, foi a principal hipótese para a explosão, segundo o laudo do Instituto de Criminalística do Paraná, que foi concluído recentemente.

 

O incidente ocorreu no dia 29 de junho deste ano, no bairro Água Verde. O apartamento ficou totalmente destruído.

 

Este fato provocou a explosão e o incêndio no apartamento, causando um óbito e ferimentos nos proprietários, bem como em um funcionário da empresa de impermeabilização, conforme trecho do laudo assinado pela perita Angela Andreassa.

 

"Teria que ser feito em local bem ventilado, sem os moradores e com os equipamentos elétricos fora da tomada. Então, teria que ter sido feita uma série de medidas de segurança ou então fazer o uso à base de água, que não expõe as pessoas a esses riscos", acrescentou Andreassa.

 

Desde de quando ocorreu o incidente, a suspeita dos bombeiros já era a de é que os produtos inflamáveis usados na impermeabilização do sofá tinham causado a explosão.

 

Na conclusão do laudo, a perita Angela Andreassa disse ainda que além das vítimas, a propagação das ondas de choque da explosão causou danos ao imóvel e aos apartamentos vizinhos, aos veículos que estavam na garagem do edifício, além das áreas comuns do prédio e das edificações vizinhas.

 

Botão do fogão estava acionado

 

O laudo também cita o fato da proprietária ter acendido o fogão no momento em que a impermeabilização estava sendo feita.

 

De acordo com o laudo, a aplicação do produto volátil e inflamável no sofá com o uso do pulverizador espalhou micropartículas líquidas no interior do apartamento e, quando uma boca do fogão foi ligada, houve a explosão.

 

Proibição

 

Em 5 de julho, a Prefeitura de Curitiba assinou um decreto que regulamenta a atividade de empresas que prestam serviços de impermeabilização de móveis.

 

O decreto 806/2019 proíbe a realização de serviços de impermeabilização com produtos químicos inflamáveis, combustíveis e controlados em lugares fechados.

 

Ao assinar o decreto, o prefeito Rafael Greca (PMN) afirmou dedicar a decisão à memória das vítimas.

 

Fonte: g1.globo.com

 

 Equipamento que foi usado na impermeabilização - foto de Amanda Menezes/RPC

 

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